Aliança quer “combater o assédio moral” na Educação
Aliança quer “combater o assédio moral” na Educação
Joaquim Sousa defende “a retirada da Inspeção da Educação do gabinete do secretário e a sua integração na Inspeção Geral da Madeira”. Na reta final para as eleições legislativas regionais, o cabeça de lista pela Aliança sobe o tom, ao pedir...
Joaquim Sousa defende “a retirada da Inspeção da Educação do gabinete do secretário e a sua integração na Inspeção Geral da Madeira”.
Na reta final para as eleições legislativas regionais, o cabeça de lista pela Aliança sobe o tom, ao pedir um combate eficaz ao assédio moral na Educação, com alterações na gestão da inspeção da Educação.
Joaquim Sousa que esteve envolvido num mediático processo disciplinar com a Secretaria de Educação, reivindica a saída deste serviço da tutela da SRE.
Conheça outras das propostas defdendidas esta manhã pela Aliança:
- Redução do número de alunos por turma ( 8 na creche e pré-escolar; 14 a 16 no 1º, 2º e 3º ciclos) e 16 a 18 no ensino secundário);
- Aposta no mérito, na cultura madeirense, na ciência, nas línguas, nas artes e no desporto;
- Definição para cada aluno um projeto individual, de excelência ou de recuperação de competências ao invés de perpetuar dificuldades e chumbar alunos;
- Apoio individual ou em grupos de 5 no máximo os alunos luso-descendentes;
- Universalização gratuita da creche e do pré-escolar;
- Melhor qualidade da alimentação e promover o consumo de produtos frescos regionais."
- Professores devem ter direitos iguais de eleger e ser eleitos para os órgãos de gestão da escola;
- Limitar em três (12 anos) os mandatos dos membros dos órgãos de gestão das escolas;
– Todos os docentes que nos últimos seis anos têm três contratos completos devem vincular imediatamente;
– O programa de recuperação de tempo de serviço deve ser efetivo sem cotas nem alíneas;
– Simplificar a avaliação docente, envolvendo o Conselho da Comunidade Educativa, o Conselho Pedagógico e o Conselho Executivo;
– Os docentes com mais de 55 anos que o necessitem devem ter acesso ao programa regional de pré-reforma;
– Contratação de funcionários para as escolas;
– Alterar o SIADAP-RAM que beneficia apenas chefias e sindicalistas, prejudicando todos os outros funcionários.